Do celular proibido ao Instagram pedagógico: estratégia assíncrona para engajamento de alunos com uso das TIDCs
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15168Palavras-chave:
tdics, violencia escolar, Instagram, Pratica PedagógicaResumo
Este artigo relata uma experiência pedagógica realizada em 2024 com 48 alunos do 3º ano do Ensino Médio de uma escola pública mineira, antes da vigência da Lei 15.100/25, que proíbe celulares nas escolas. O objetivo foi avaliar o potencial do Instagram como ferramenta didática para discutir violência escolar, utilizando estratégias síncronas e assíncronas, investigando seu impacto no engajamento e na conscientização dos alunos. A pesquisa descritiva, de natureza aplicada com abordagem quantitativa, empregou observação participante e questionários pré e pós-intervenção por meio das interações em perfil privado da rede social. Os resultados indicam que 97,9% dos alunos consideraram o Instagram viável para aprender sobre violência; 91,6% relataram melhora na compreensão do tema; e 87,5% preferiram métodos híbridos (tradicional + digital). Conclui-se que, mesmo com a nova legislação, as TDICs podem ser integradas pedagogicamente de forma assíncrona e mediada, constituindo um "terceiro espaço" de aprendizagem que promove protagonismo, reflexão e desenvolvimento de competências digitais.
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Copyright (c) 2026 Juliana Costa Khouri, João Marcos Borges Mattos

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