Preprint / Versão 1

Ocorrência Sazonal de Myzus persicae (Sulzer) e Solenopsis sp em cultura de berinjela, cultivar Napoli, na região de Ilha Solteira - SP

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  • DANILO SOUZA PELLOSO Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, SAA, SP https://orcid.org/0009-0003-8179-9095
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  • JOSÉ CARLOS CAVICHIOLI Centro Universitário de Adamantina, UniFAI, SP https://orcid.org/0000-0003-4432-3648
    • Supervision
    • Validation
    • Formal Analysis
  • PAULO ROBERTO LUCINDO DA SILVA Centro Universitário de Adamantina – UniFAI https://orcid.org/0009-0004-1562-0015
    • Validation
    • Supervision
    • Formal Analysis

DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15126

Palavras-chave:

myzus persicae, solenopsis sp, berinjela

Resumo

 

O estudo teve como objetivo avaliar a ocorrência sazonal do 
pulgão Myzus persicae e da formiga Solenopsis sp. na cultura de berinjela, 
cultivar Napoli, desde o transplante até o final do desenvolvimento da 
cultura, na região de Ilha Solteira – SP. O experimento foi conduzido na 
Fazenda de Ensino, Pesquisa e Extensão da FEIS/UNESP, utilizando 180 
mudas transplantadas para o campo. As avaliações foram realizadas 
semanalmente, a partir de 33 dias após o transplante, com amostragem 
aleatória de 20 plantas por semana. Cada planta foi dividida em terços 
(superior, médio e inferior) para contagem de pulgões e formigas, sendo os 
pulgões quantificados em áreas padronizadas da face inferior das folhas e 
as formigas contadas em folhas e ramos. Os resultados mostraram que a 
maior população de Myzus persicae ocorreu entre 54 e 89 dias após o 
transplante, com pico aos 68 dias (média de 9,7 pulgões por 4 cm²), 
predominando no terço inferior das plantas. As condições climáticas nesse 
período variaram entre 19 e 29°C e 47 a 91% de umidade relativa. Para 
Solenopsis sp., os maiores picos populacionais ocorreram entre 54 e 75 
dias e entre 126 e 141 dias após o transplante, com maior densidade aos 
126 dias (média de 54 formigas por planta), também concentradas no terço 
inferior. No início do ciclo da cultura, as formigas atacaram os ponteiros e 
formaram ninhos no colo das plantas, abrindo galerias no caule e nos 
ramos. Na fase reprodutiva, atacaram os frutos, causando deformações e 
prejuízos comerciais. Observou-se ainda correlação entre a presença das 
formigas e as excreções açucaradas (honeydew) produzidas pelos 
pulgões, que servem de alimento para as formigas. Conclui-se que tanto o 
pulgão quanto a formiga apresentam maior incidência no terço inferior das 
plantas, com períodos críticos distintos ao longo do ciclo da cultura, e que 
existe associação ecológica entre as duas espécies, potencializando os 
danos à berinjela.

       

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Postado

02/03/2026

Como Citar

Ocorrência Sazonal de Myzus persicae (Sulzer) e Solenopsis sp em cultura de berinjela, cultivar Napoli, na região de Ilha Solteira - SP. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15126

Série

Ciências Agrárias

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito