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Análise espaço-temporal da prevalência de recém-nascidos com muito baixo peso e baixo peso ao nascer no Brasil, de 2010 a 2023

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  • Edson Zangiacomi Martinez Universidade de São Paulo image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-0949-3222
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  • Miriane Lucindo Zucoloto Universidade de São Paulo image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-4745-227X
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  • Antônio Augusto Moura da Silva Universidade Federal do Maranhão image/svg+xml https://orcid.org/0000-0003-4968-5138
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  • Marisa Afonso de Andrade Brunherotti Universidade de Franca image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-8058-8523
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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13815

Palavras-chave:

Recém-Nascido de muito Baixo Peso, Recém-Nascido de Baixo Peso, Teorema de Bayes, Brasil

Resumo

Justificativa: Dada a forte associação entre baixo peso ao nascer (BPN) e mortalidade neonatal, reduzir a mortalidade neonatal para pelo menos 12 por 1.000 nascidos vivos é um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para 2030. Objetivo: O objetivo deste estudo ecológico é conduzir uma análise espaço-temporal da prevalência de BPN e muito baixo peso ao nascer (MBPN) no Brasil entre 2010 e 2023. Métodos: Trata-se de um estudo ecológico que utiliza dados de 510 regiões imediatas do Brasil obtidos de sistemas oficiais de informação em saúde. Foi usado um modelo espaço-temporal bayesiano utilizando o método INLA (integrated nested Laplace approximations), em que os efeitos espaciais e temporais seguem, respectivamente, uma estrutura de dependência autorregressiva condicional e um passeio aleatório (random walk) de ordem dois. Resultados: Um total de 38.772.489 registros de nascimentos de 2010 a 2013 foram identificados, sendo que as taxas médias de MBPN e BPN foram estimadas em 1,03% e 7,10%, respectivamente. Observou-se um aumento na tendência temporal dos riscos relativos de MBPN e BPN em escala nacional no período, sendo um aumento mais expressivo a partir de 2020. As taxas mais elevadas foram observadas nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, em comparação com outras regiões. Regiões com maior número de médicos por habitante tendem a apresentar maior número de casos de MBPN por 100 nascidos vivos. Maiores porcentagens de analfabetismo estão associadas a menores taxas de MBPN, enquanto maior produto interno bruto (PIB) per capita está associado a maiores taxas de MBPN nas regiões imediatas. Conclusões: A prevalência de BPN e MBPN aumentou no Brasil e, em consonância com o paradoxo do BPN, é maior em regiões menos vulneráveis.

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Postado

23/10/2025

Como Citar

Análise espaço-temporal da prevalência de recém-nascidos com muito baixo peso e baixo peso ao nascer no Brasil, de 2010 a 2023. (2025). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13815

Série

Ciências da Saúde

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito