ENTENDEU OU QUER QUE EU DESENHE?: MAPAS MENTAIS, MEDIAÇÃO COGNITIVA E ABORDAGENS PARADIGMÁTICAS METODOLÓGICAS NO MESTRADO
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12663Palavras-chave:
mapas mentais, aprendizagem, mestradoResumo
Mapas mentais em variados níveis de ensino tem demonstrado potencial significativo na organização de ideias e no desenvolvimento cognitivo. A pós-graduação stricto sensu, naturalmente, demanda leituras e debates de textos com maior densidade teórica, a mediação didática, destarte buscou beneficiar-se do trabalho com mapas mentais para fomentar a mediação cognitiva e isso resultou na investigação relatada neste artigo. O objetivo geral foi examinar a influência dos diferentes métodos de elaboração e tipos de mapas mentais na aprendizagem (mediação cognitiva) de abordagens paradigmáticas metodológicas entre estudantes de Mestrado em Educação. E os objetivos específicos: identificar como os mapas mentais, nas modalidades digital e manual, promovem (ou não) a organização e a compreensão de abordagens paradigmáticas; avaliar o reflexo dos tipos de mapas mentais no processo de aprendizagem; explicitar as percepções dos estudantes sobre os métodos e tipos de mapas mentais aplicados na atividade. A pesquisa adotou abordagem qualitativa e descritiva, materializada por survey em questionário eletrônico misto, envolvendo 13 estudantes de mestrado. Os dados foram analisados e triangulados mediante análise de conteúdo em três categorias temáticas. Conclui-se que os mapas mentais, tanto digitais quanto manuais, favoreceram a mediação cognitiva ao conectar novos conceitos à estrutura pré-existente.
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