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AVALIAÇÃO EXTERNA BIMESTRAL: ANÁLISE DA TRAJETÓRIA E PROPÓSITOS DA AAP E DA PROVA PAULISTA

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12539

Palavras-chave:

avaliação externa, gerencialismo, gestão educacional, trabalho docente

Resumo

O artigo analisa a trajetória e os propósitos da Avaliação de Aprendizagem em Processo (AAP) e da Prova Paulista na rede estadual de São Paulo, entre os anos de 2011 e 2024. Por meio de pesquisa documental e revisão bibliográfica, investiga-se como essas avaliações externas bimestrais foram implementadas, seus impactos no trabalho docente e suas possíveis contribuições para a melhoria da qualidade da educação. A análise revela um processo de transformações das avaliações ao longo do tempo, marcado pela ampliação dos anos e componentes curriculares avaliados, aumento da frequência de aplicação, mudança de finalidade, alargamento dos objetivos, digitalização e padronização da aplicação, disponibilização dos resultados para a gestão educacional, além do uso dos dados em políticas de responsabilização. Conclui-se que a AAP e a Prova Paulista vêm consolidando um modelo de ensino padronizado, orientado por lógicas de controle e responsabilização, que tende a esvaziar o trabalho docente e a restringir o papel da escola como espaço de formação integral dos estudantes.

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Postado

08/07/2025

Como Citar

AVALIAÇÃO EXTERNA BIMESTRAL: ANÁLISE DA TRAJETÓRIA E PROPÓSITOS DA AAP E DA PROVA PAULISTA. (2025). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12539

Série

Educação em Revista

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito