INTERNACIONALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR: A UNIVERSIDADE COMO UM TERRITÓRIO DE VIDA
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12361Palavras-chave:
Internacionalização, Coprodução, DecolonialidadeResumo
A internacionalização da Educação Superior centrada em rankings e índices de avaliações externas contribuíram com a ideia de desterritorialização da universidade, encobrindo e invisibilizando saberes locais. O objetivo deste artigo é refletir sobre a internacionalização da Educação Superior a partir da perspectiva que compreende a universidade como um território de vida e, assim a internacionalização como um instrumento de coprodução de saberes invizilizados. Para tanto, a perspectiva decolonial oferece as bases teórico-metodológicas às reflexões. O caminho percorrido discute incialmente a gênese da universidade com o objetivo de compreender como a internacionalização contribui com a ideia de desterritorialização da universidade. A segunda seção explora a compreensão da universidade como um território de vida e auxilia na percepção de que a internacionalização pode ser um instrumento de coprodução e inclusão de saberes que habitam fronteiras ontológicas e epistemológicas, frequentemente invisibilizados e negados por uma internacionalização voltada à padronização e homogeneização da produção de conhecimentos. Nesse sentido, a internacionalização pode ampliar epistemes e inserir possibilidades concretas de diálogo de saberes e coprodução de conhecimentos.
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