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PERCEPÇÕES DISCENTES SOBRE AVALIAÇÃO: ENTRE PARADIGMAS DE REGULAÇÃO E DE EMANCIPAÇÃO

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12346

Palavras-chave:

avaliação escolar, desigualdades educacionais, violência simbólica, educação emancipadora

Resumo

Em um contexto de desigualdade social e altos níveis de ansiedade entre os jovens, é fundamental entender os significados atribuídos às avaliações e os impactos que elas produzem nos alunos. O objetivo é compreender os sentidos e significados atribuídos às avaliações em Matemática e de que forma as percepções dos alunos se articulam com os mecanismos de poder simbólico e com as ideologias presentes no espaço escolar. A pesquisa é qualitativa, com centralidade nos pressupostos teóricos de Bourdieu, Apple, Giroux, na Análise Textual Discursiva de Moraes e Galiazzi  e nas respostas de um questionário respondido por 58 alunos de uma escola pública. A partir da análise do corpus emergiram três categorias: impactos emocionais e autoestima; relações sociais e familiares; função e sentido das avaliações. Os resultados indicam que os alunos associam as avaliações a sentimentos de medo, frustração e inferioridade, internalizando o fracasso como incapacidade pessoal. A influência do contexto familiar e o capital cultural disponível também influenciam suas vivências com a Matemática. A maioria percebe as avaliações mais como instrumentos de controle e seleção do que como apoio ao aprendizado.

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Biografia do Autor

Alisson Vercelino Beerbaum, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Pós-Doutorando (bolsista PDJ/CNPq) no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Licenciado em Matemática pela unijui, Mestre e Doutor em Educação nas Ciências pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ).

Eva Teresinha de Oliveira Boff, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Professora Doutora colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), vinculada à linha de pesquisa Processos de Ensino e Aprendizagem em Ambientes Formais e Não Formais. Graduada em Ciências – Licenciatura de 1º Grau e Licenciatura Plena com Habilitação em Química pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ). Mestre em Ciências Biológicas (Bioquímica) e Doutora em Educação em Ciências pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É bolsista de produtividade do CNPq.

Postado

11/07/2025

Como Citar

PERCEPÇÕES DISCENTES SOBRE AVALIAÇÃO: ENTRE PARADIGMAS DE REGULAÇÃO E DE EMANCIPAÇÃO. (2025). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12346

Série

Educação em Revista

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito