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DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/s1679-49742021000100017
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Pandemia da COVID-19 no Brasil: Projeções do Institute for Health Metrics and Evaluation e a Evolução Observada

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  • Caroline Stein Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-graduação em Epidemiologia, Porto Alegre/RS, Brasil https://orcid.org/0000-0003-4777-1630
    • Ewerton Cousin University of Washington, Institute for Health Metrics and Evaluation. Seattle/WA, USA. https://orcid.org/0000-0003-3455-8865
      • Deborah Carvalho Malta Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem. Belo Horizonte/MG/Brasil. https://orcid.org/0000-0002-8214-5734
        • Antonio Luiz Pinho Ribeiro Universidade Federal de Minas Gerais, Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina, Belo Horizonte/MG/Brasil
          • Ísis Eloah Machado Universidade Federal de Ouro Preto, Departamento de Medicina de Família, Saúde Mental e Coletiva. Ouro Preto/MG/Brasil https://orcid.org/0000-0002-4678-2074
            • Ana Maria Nogales Vasconcelos Universidade de Brasília, Departamento de Estatística - Instituto de Ciências Exatas. Brasília/DF/Brasil. https://orcid.org/0000-0001-7589-107X
              • Ana Paula Souto Melo Universidade Federal de São João Del Rey, Faculdade de Medicina. Divinópolis, MG – Brasil. https://orcid.org/0000-0002-9955-0824
                • Elisabeth França Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Medicina, Departamento de Medicina Preventiva e Social. Belo Horizonte, MG – Brasil https://orcid.org/0000-0001-6984-0233
                  • Lenice Ishitani Universidade Federal de Minas Gerais, Grupo de Pesquisa em Epidemiologia e Avaliação em Saúde. Belo Horizonte, MG – Brasil https://orcid.org/0000-0002-7165-4736
                    • Mariana Santos Felisbino-Mendes Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem. Belo Horizonte/MG/Brasil. https://orcid.org/0000-0001-5321-5708
                      • Valéria Maria de Azeredo Passos Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais. Belo Horizonte, MG – Brasil https://orcid.org/0000-0003-2829-5798
                        • Tatiane Moraes de Sousa Fundação Oswaldo Cruz, Departamento de Endemias Samuel Pessoa. Rio de Janeiro/RJ, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-4359-465X
                          • Fatima Marinho Universidade Federal de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG), Brasil. Grupo de Pesquisas em Epidemiologia e Avaliação em Saúde, Faculdade de Medicina https://orcid.org/0000-0003-3287-9163
                            • Maria Inês Schmidt Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-graduação em Epidemiologia, Porto Alegre/RS, Brasil
                              • John Gallagher University of Washington, Institute for Health Metrics and Evaluation. Seattle/WA, USA.
                                • Mohsen Naghavi University of Washington, Institute for Health Metrics and Evaluation. Department of Health Metrics Sciences. Seattle/WA, USA https://orcid.org/0000-0002-6209-1513
                                  • Bruce B. Duncan Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de Medicina, Departamento de Medicina Social. Porto Alegre/RS, Brasil https://orcid.org/0000-0002-7491-2630

                                    DOI:

                                    https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1110

                                    Palavras-chave:

                                    COVID-19, transmissão, pandemias, previsões, Brasil

                                    Resumo

                                    Objetivo: Descrever as projeções do IHME para a COVID-19 no Brasil e seus estados e discutir acurácia e implicações em diferentes cenários. Métodos: Descrevemos e estimamos a acurácia das previsões para o Brasil, comparando-as com as mortes cumulativas observadas. Resultados: A projeção prevê 192.511 mortes causadas pela pandemia até 1 de dezembro de 2020. O relaxamento continuado do isolamento físico obrigatório, apesar do aumento continuado dos óbitos, pode causar >63.000 mortes adicionais; o rápido aumento no uso de máscara pode reduzir o número para ~25.000. Vários estados poderão ter que reinstituir restrições. As diferenças entre as projeções do IHME até 6 semanas e as mortes registradas variaram de -11% a 48% para o Brasil. Conclusões: As projeções de curto a médio prazo do IHME fornecem informações válidas para informar os gestores de saúde, autoridades eleitas e a sociedade em geral. Elas sugerem curso prolongado, grande mortalidade e prováveis novas restrições.

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                                    17/08/2020

                                    Como Citar

                                    Pandemia da COVID-19 no Brasil: Projeções do Institute for Health Metrics and Evaluation e a Evolução Observada. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1110

                                    Série

                                    Ciências da Saúde

                                    Plaudit