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DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/0102-6720202400044e1838
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Adenocarcinoma e displasia no esôfago de Barrett: análise crítica dos fatores de risco e dos protocolos de vigilância

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DOI:

https://doi.org/10.1590/0102-6720202400033e1826

Palavras-chave:

esôfago de Barrett, Refluxo Gastroesofágico, Adenocarcinoma, Epidemiologia

Resumo

RACIONAL: Identificação de fatores de risco epidemiológicos no esôfago de Barrett resultando em displasia e adenocarcinoma e seu impacto na prevenção e detecção precoce.

OBJETIVOS: Avaliar fatores de risco epidemiológicos envolvidos no desenvolvimento de displasia e adenocarcinoma a partir do Barrett em população específica. Realizar análise crítica do período de vigilância, objetivando individualizar o tempo de seguimento conforme riscos identificados.

MÉTODOS: Estudo caso-controle retrospectivo em centro terciário com pacientes com esôfago de Barrett diagnosticados e seguidos neste centro. Pacientes com Barrett que apresentaram adenocarcinoma e/ou displasia foram comparados aos que não apresentaram, levando em consideração as variáveis sexo, idade, tabagismo, IMC, etnia e extensão do Barrett. Posteriormente, foi realizada regressão logística para mensuração da razão de chances entre fatores de risco para o desfecho adenocarcinoma e desfecho displasia. Foi correlacionada a presença de fatores epidemiológicos de risco nessa população com o tempo de desenvolvimento de adenocarcinoma a partir da metaplasia.

RESULTADOS: Houve diferença estatisticamente significante entre as variáveis tabagismo, raça, sexo, extensão do Barrett e idade no grupo com adenocarcinoma em relação ao sem adenocarcinoma; tabagistas e ex-tabagistas apresentaram risco 4,309 vezes maior de desenvolver adenocarcinoma; a extensão do Barrett aumentou o risco em 1,193 vezes a cada centímetro. No grupo com displasia, as variáveis tabagismo, extensão do Barrett e idade se mostraram significantes estatisticamente; extensão do Barrett aumentou 1,128 vezes a cada centímetro o risco de displasia e idade aumentou 1,023 a cada ano o risco desse desfecho. Pacientes sem fatores de risco não desenvolveram adenocarcinoma em menos de 12 meses, mesmo com displasia anteriormente.

CONCLUSÕES: O estudo confirmou maior risco de desenvolver displasia e adenocarcinoma em grupos epidemiológicos específicos, podendo direcionar o seguimento em pacientes com Esôfago de Barrett de forma mais custo efetiva.

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Postado

16/08/2024

Como Citar

Adenocarcinoma e displasia no esôfago de Barrett: análise crítica dos fatores de risco e dos protocolos de vigilância . (2024). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/0102-6720202400033e1826

Série

Ciências da Saúde

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito