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DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/S0104-12902021200535
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MASCULINIDADE EM TEMPOS DE PANDEMIA: ONDE O PODER ENCOLHE, A VIOLÊNCIA SE INSTALA

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  • Dherik Fraga Santos Universidade Federal do Espírito Santo. Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva https://orcid.org/0000-0002-9351-7185
    • Rita Lima Universidade Federal do Espírito Santo. Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva
      • Stephania Demarchi Universidade Federal do Espírito Santo. Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva https://orcid.org/0000-0002-2403-8842
        • Jeanine Barbosa Universidade Federal do Espírito Santo. Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva
          • Marcos Cordeiro Universidade Federal do Espírito Santo
            • Marcelo Sipioni Universidade Federal do Espírito Santo. Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva https://orcid.org/0000-0003-1536-6374
              • Maria Angélica Andrade Universidade Federal do Espírito Santo. Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva https://orcid.org/0000-0002-3690-6416

                DOI:

                https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.900

                Palavras-chave:

                Pandemias, Masculinidade, Violência Doméstica, Violência contra a mulher, Violência de gênero

                Resumo

                A emergência da pandemia causada pela COVID-19 reclama enfaticamente pensar o estreitamento da relação homem-poder-violência e a ressignificação do lugar dos homens na sustentação da vida reprodutiva, dos laços emocionais e do cuidado. Nesse contexto de isolamento social, como importante estratégia contra a disseminação da doença, buscando compreender o aumento de violência doméstica contra a mulher, o objetivo deste ensaio é refletir sobre as relações homem-poder-violência a partir das concepções de Hannah Arendt, problematizando o conceito normalizado de masculinidade hegemônica. Ao longo deste ensaio, buscamos desconstruir a ideia de que existe um único modelo de masculinidade hegemônica e que propõe uma dominação global dos homens sobre as mulheres, uma vez que mulheres também apresentam aspectos de masculinidade, sendo uma construção histórico-social, que se transforma continuamente. Assim, diante das reformas históricas de gênero acrescidas da instabilidade provocada pela pandemia da COVID-19, observa-se o aumento da violência domiciliar como efeito da diminuição do poder patriarcal, na tentativa de estabilizar o modelo de masculinidade definido por esse poder patriarcal, ou tenta-se reconstituí-lo em novas configurações. Frente a essa realidade, faz-se necessário, no âmbito da Saúde Coletiva, refletir sobre a reformulação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem.

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                Biografia do Autor

                Dherik Fraga Santos, Universidade Federal do Espírito Santo. Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva

                Dherik Fraga Santos.  Av. Marechal Campos, nº 1468, Maruípe, CEP 29047-105. Vitória - ES, Brasil. E-mail: dherik@msn.com

                Orcid: https://orcid.org/0000-0002-9351-7185

                Postado

                24/05/2026 — Atualizado em 05/07/2020

                Como Citar

                MASCULINIDADE EM TEMPOS DE PANDEMIA: ONDE O PODER ENCOLHE, A VIOLÊNCIA SE INSTALA. (2020). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.900

                Série

                Ciências da Saúde

                Plaudit