DOI do preprint publicado https://doi.org/10.20396/san.v32i00.8678348
Apesar dos avanços, os cardápios de escolas atendidas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar ainda podem ser mais saudáveis
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.8822Palavras-chave:
Alimentação escolar, Planejamento de cardápio, Alimentação Coletiva, Política Nacional de Alimentação e NutriçãoResumo
O objetivo foi avaliar a qualidade da alimentação escolar brasileira. Estudo transversal que utilizou 2785 cardápios diários, de 557 municípios do país, ofertados de 2022 a 2024. Para avaliação foi utilizado o Índice de Qualidade para Cardápios da Alimentação Escolar Revisado. Observou-se que a maioria dos cardápios apresentou qualidade intermediária (70,74%) e as demais categorias apresentaram frequências semelhantes. Os grupos de cereais e tubérculos; legumes e verduras; e frutas foram os mais frequentes, seguidos de leguminosas; carnes vermelhas; e ovos aves e peixes. Já ultraprocessados; alimentos regionais apareceram em um quarto dos cardápios; laticínios; doces; alimentos processados; e compatibilidade de horário; alimentos da sociobiodiversidade e preparações regionais doces foram menos frequentes. Foi possível concluir a presença de alta frequência de alimentos in natura e minimamente processados. Contudo, também observou-se a presença de alimentos que não são permitidos na alimentação escolar.
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Copyright (c) 2024 Rafaella Guimarães Moraes Camargo, Isabela Prado Martins, Semíramis Martins Álvares Domene

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Dados de financiamento
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
Números do Financiamento 2021/11510-6
Plaudit
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