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Paradoxo Eleitoral: Os Outros Sempre Escolhem Por Você

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.7907

Palavras-chave:

democracia, voto, eleições, paradoxo do voto, teoria da escolha pública

Resumo

O presente ensaio consiste de uma minuciosa análise crítica das premissas dogmáticas por trás da legislação eleitoral brasileira a retórica oficial das autoridades, veiculada pela Justiça Eleitoral por meio de propaganda e coerção legal. Valendo-se como principal paradigma metodológico a teoria da escolha pública (public choice theory), pragmática e imparcial, é desenvolvida a argumentação ao redor do paradoxo identificado pelo economista Anthony Downs, corolário da discrepância entre a utilidade individual do voto e utilidade pública, atrelada à probabilidade de um voto decidir uma eleição; paradoxo examinado no contexto da democracia brasileira. Os argumentos apresentados têm por base dados objetivos, princípios da teoria da informação, estatística e cálculo probabilístico, apresentados de forma acessível, primariamente expositiva, acerca do funcionamento do sistema eleitoral e da comunicação governamental, concluindo com considerações normativas.

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Biografia do Autor

OBADOWSKI, Independente

Grau de Engenharia Elétrica pelo Instituto Federal
(IF) de Pelotas (2010). Grau de Mestrado em Engenharia Mecânica pela USP - Universidade de São Paulo (2019)

Postado

22/01/2024 — Atualizado em 23/01/2024

Versões

Como Citar

Paradoxo Eleitoral: Os Outros Sempre Escolhem Por Você. (2024). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.7907 (Original work published 2024)

Série

Ciências Sociais Aplicadas

Plaudit

Justificativa da versão

Correções menores de gramática e formatação.

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito