DOI do preprint publicado https://doi.org/10.9789/2175-5361.rpcfo.v16.13055
Impacto da polifarmácia e o uso de medicamentos associados ao risco de quedas de idosos
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.7840Palavras-chave:
Acidentes por quedas, Envelhecimento, Polimedicação, Saúde do idosoResumo
Objetivo: associar a polifarmácia e as classes medicamentosas com o risco de quedas em idosos. Método: estudo transversal e quantitativo, realizado em um Ambulatório Médico de Especialidades na cidade de São Paulo – SP, com 117 idosos, no período de março a novembro de 2019. A coleta dos dados foi realizada pela transcrição integral dos receituários para um formulário individual e pela Escala de Risco de Quedas de Downton. Para comparar o risco de quedas com a polimedicação e as classes medicamentosas foram utilizados os testes de Mann-Whitney e o Qui-Quadrado. Em todas as análises comparativas foi utilizado um nível de significância de 5% e intervalo de confiança de 95%. Resultados: O risco de quedas apresentou correlação significativa com o número de medicamentos, média de 5,8 ao dia (p<0,0001) e as classes medicamentosas, os anti-hipertensivos (p<0,0001), os antidiabéticos orais (p=0,027), os diuréticos (p<0,0001) e os antidepressivos (p=0,042). Conclusão e implicações para a prática: portanto, ressalta-se a importância da avaliação dos fatores relacionados ao aumento do risco de quedas, para posterior realização de um planejamento e implementação de estratégias no cuidado das reações adversas e nas medidas a serem tomadas para garantir a efetividade e segurança do tratamento medicamentoso.
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Copyright (c) 2024 Cristiane Regina Soares, Meiry Fernanda Pinto Okuno

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