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A “RAÇA” OBSCENA NA CULTURA BDSM: A LEGITIMAÇÃO DO RACEPLAY PELO TRAUMA E REPARAÇÃO RACIAL

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.7007

Palavras-chave:

race play, interseccionalidade, Raça, BDSM, mídias digitais

Resumo

Desde as décadas de 70 e 80, o BDSM - acrônimo para Bondage (imobilização) e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo, além de práticas fetichistas) tem sido lido pelos movimentos feministas (e feministas negros) ora enquanto reiteração da violência e hierarquias de poder, ora como exercício de liberdade individual com ênfase ao consentimento dos participantes. Nos últimos anos, práticas sexuais que eram consideradas anormais, doentias ou pecaminosas (Rubin,1984) ganharam visibilidade na cultura e mercado mainstream, acompanhando um deslocamento da leitura da obscenidade para um erotismo politicamente correto, adquirindo um sentido de saúde e fortalecimento do eu (Gregori, 2016). Nesse sentido, à medida que os marcadores sociais da diferença operam enquanto tensores libidinais (Perlongher, 1987), buscamos aqui compreender de que modo “raça” tem operado na comunidade BDSM, especificamente a partir das práticas sexuais com pano de fundo racial conhecidos como race play (Schotanus, 2017).

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Postado

20/05/2026 — Atualizado em 26/09/2023

Versões

Como Citar

A “RAÇA” OBSCENA NA CULTURA BDSM: A LEGITIMAÇÃO DO RACEPLAY PELO TRAUMA E REPARAÇÃO RACIAL. (2023). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.7007

Série

47º Encontro Anual da ANPOCS

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito