NEGRAS PERSPECTIVAS SOBRE ESTIGMA: as narrativas de um corpo transgressor
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6924Palavras-chave:
pureza, quilombo, relações étnico-raciais, Racismo, estigmaResumo
Este trabalho tem como proposta examinar a construção social da pureza e do estigma, questionando e desafiando-os em contextos brasileiros, ao evidenciar as narrativas dos corpos(-territórios) negros e refletir como esses conceitos são manipulados para justificar a opressão, discriminação e desigualdade, manifestas no racismo estrutural do nosso país. Em confluência com a pesquisa etnográfica (em andamento) com mulheres quilombolas do nordeste do Brasil, o trabalho reivindica e destaca as escrevivências de suas trajetórias de vida como forma de operar uma resistência frente às diversas estigmatizações e opressões que as atravessam. Elabora uma construção crítica sobre a desumanização e invisibilidade imposta pela sociedade que estima-se branca e masculina, ou seja, patriarcal e racista, onde o corpo negro de uma mulher é considerado por si só, um transgressor.
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Copyright (c) 2023 Marina Prado Santiago

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