OLHARES PARA A POLÍTICA DE ATENDIMENTO INFANTOJUVENIL BRASILEIRA (1964-1990) A PARTIR DO MODELO DE MUDANÇAS ENDÓGENAS
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6903Palavras-chave:
ditadura civil-militar, direitos infantojuvenis, estatuto da criança e do adolescente, modelo de mudanças endógenasResumo
Apresenta-se uma análise da política de atendimento à criança e ao adolescente no Brasil de 1964 a 1990 a partir do modelo de Mudanças Endógenas. Este modelo, que parte do novo institucionalismo histórico, é discutido a partir das propostas de Mahoney e Thelen (2009) e Streeck e Thelen (2005) e Van Der Heijden e Kuhlmann (2017). A análise está inserida no doutorado em andamento com foco na gravidez na juventude e políticas públicas de saúde e educação voltados para a reprodução e jovens. O recorte temporal se inicia com a ditadura civil-militar no Brasil, quando ocorrem e por trazer mudanças expressivas na política, e tem fim com a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) (Brasil, 1990), também um momento chave na redemocratização brasileira no que tange os direitos infantojuvenis. Tem-se como questão como se deu a política de atendimento à criança e ao jovem no Brasil de 1964 a 1990 tendo em vista o Modelo de Mudanças Endógenas?
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