E OS SUJEITOS BRANCOS NA ESCOLA? A DISCUSSÃO SOBRE BRANQUITUDE NA EDUCAÇÃO CEARENSE
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6863Palavras-chave:
pactos da branquitude, escola cearense, juventudes, estudos críticos da branquitude, educaçãoResumo
A discussão sobre educação e relações étnico-raciais está cristalizada nas Ciências Sociais brasileira (HASENBALG, 1992; MUNANGA, 2000; GOMES, 2012; CARNEIRO, 2005) e seu debate é pertinente até os dias atuais, entretanto a abordagem sobre o sujeito branco no debate sobre raça se faz cada vez mais necessária e é a motivação dos estudos críticos da branquitude. Quais são as percepções de ser uma pessoa branca nesse espaço? Existe alguma dimensão de privilégio nesse local? Nesse sentido, o artigo tem como mote pensar a realidade da educação cearense a partir da concepção da branquitude, em uma pesquisa de cunho qualitativo com método de observação participante (CERVO; BERVIAN, 1983; CRESWELL, 2012), buscando entender dentro do espaço geográfico de duas escolas públicas de ensino médio cearense, uma no munícipio de Fortaleza e outra em Maracanaú, as relações étnico-raciais a partir da perspectiva de estudantes autodeclaradas/os brancas/os, bem como de relatos de docentes, a fim de aferir a presença dos pactos narcísicos da branquitude (BENTO, 2002) e como esse corpo discente percebe seus privilégios materiais e simbólicos (SCHUCMAN, 2020).
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