Arte. Natureza. Corpo. Biogeocorpografias de vidas e de mundo.
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6492Palavras-chave:
Arte, Natureza, CorpoResumo
A Natureza é a condição da Arte. A Natureza tem condição de Corpo. A Arte é a Natureza de muitos Corpos. Corpo é Arte da Natureza. Enfim, arte, natureza, corpo são estados biogeocorpográficos de vidas e mundos que convivem. Para a construção destas reflexões, que têm pensamento descolonizado acerca delas, vou me valer da lógica do que falam autoras e autores descoloniais sobre o viver “comunal” que tem variações, evidentemente, na língua portuguesa, quando traduzido do espanhol, em que um dos sentidos é o de comunitário. Ou, se usado no português, como comunal, tem sentido de comuna, se refere àqueles que vivem em uma comuna. Mas, como comunitário também tem, na língua portuguesa, vários sentidos, até o de periférico sem ser o de “exterioridade descolonial”, sendo este último o que busco. Assim, vou preferir usar muitas vezes o termo comunal – visando o sentido espanhol – a fim de contemplar o sentido do “viver juntos” para a subjetividade brasileira, mas claro, juntos/as/es. Ainda que, a prioristicamente, faço esta opção, compreendendo que comunitário, comuna e/ou vida em comunidade poderiam ter o mesmo sentido que o meu sentido almejado na discussão sobre “ARTE. NATUREZA. CORPO. BIOGEOCORPOGRAFIAS DE VIDAS E MUNDOS.”: o de que sejam o sentido de “viver juntos/as/es”.
Downloads
Postado
Como Citar
Série
Copyright (c) 2023 Marcos Antônio Bessa-Oliveira

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Plaudit
Declaração de dados
-
Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito


