ME KUNĪ UMARI: EM REDE PELOS DIREITOS LINGUÍSTICOS DOS MEBÊNGÔKRE (KAYAPÓ) EM SÃO FÉLIX DO XINGU – PA
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.6182Palavras-chave:
direitos linguísticos, Mebêngôkre (Kayapó), línguas monorizadas, extensão universitária, cooficialização linguísticaResumo
O Rio Xingu atravessa diversos territórios indígenas ao longo de seu curso, dentre os quais, estão um dos mais extensos e populosos no Brasil. Ali vive o povo Mebêngôkre (Kayapó), que fala a língua de mesmo nome, da família Jê, tronco Macro-Jê. Suas reservas ocupam áreas que abragem os estados do Mato Grosso e Pará. Entre elas está a TI Kayapó com mais de 30 escolas na região, mas os Mebêngôkre sofrem as pressões típicas de línguas minorizadas. Em 2019, a língua foi cooficializada em São Félix do Xingu (PA), mas esse fato ainda não modificou a contento a realidade linguística local. Para recolher e encaminhar as demandas dos Mebêngôkre quanto a seus direitos linguísticos, o Projeto de Extensão Ações de Combate ao Preconceito Linguístico (UFRJ), em parceria com o Departamento de Educação Escolar Indígena do município, criaram a ação “Me kuni umari — em rede pelos direitos linguísticos”, da qual trata este relato de experiência.
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- 08/09/2023 (2)
- 05/06/2023 (1)
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Copyright (c) 2023 Cledson Mendonça Junior, Ana Paula Quadros Gomes, Betire Kayapo, Dilcilene da Silva Menezes

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