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Anos potenciais de vida perdidos por aids em mulheres no sul do Brasil: estudo descritivo, 2007-2017

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DOI:

https://doi.org/10.1590/s2237-96222022000300013

Palavras-chave:

Aids, Expectativa de Vida, Mulheres, Vulnerabilidade Social, Grupos Raciais, Epidemiologia Descritiva

Resumo

Objetivo: descrever os anos potenciais de vida perdidos (APVPs) por aids na população do sexo feminino e analisar sua associação com raça/cor da pele e indicadores de vulnerabilidade social em Porto Alegre, RS, Brasil. Métodos: estudo descritivo, considerando-se os óbitos de mulheres por aids em 2007-2017; os dados foram obtidos no banco do Sistema de Informações sobre Mortalidade; foram calculados valores brutos e taxas de APVPs por 1000 óbitos, considerando-se os distritos sanitários e a raça/cor da pele. Resultados: entre 1.539 óbitos, foram estimados cerca de 51 mil anos potenciais de vida, representando 86,5 anos perdidos/1000 mulheres; identificou-se maior proporção de óbitos em mulheres de raça/cor da pele branca (53,4%); porém, maior taxa de APVPs entre mulheres de raça/cor da pele preta/parda residentes em regiões de maior vulnerabilidade. Conclusão: os resultados sugerem o impacto de desigualdades raciais na diminuição dos anos potenciais de vida, em função do óbito por aids.

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Postado

20/10/2022

Como Citar

Anos potenciais de vida perdidos por aids em mulheres no sul do Brasil: estudo descritivo, 2007-2017. (2022). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/s2237-96222022000300013

Série

Ciências da Saúde

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