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DOI do preprint publicado https://doi.org/10.55684/2024.82.e001
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ANÁLISE IMUNOISTOQUÍMICA DO BIOMARCADOR CICLINA D1 NOS CARCINOMAS PAPILÍFEROS DE TIREOIDE E BÓCIOS MULTINODULARES

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  • Ivan José Paredes Bartolomei Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná
    • Carmen Austrália Paredes Marcondes Ribas Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná
      • Maria Augusta Karas Zella Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná
        • Ana Maria Waaga-Gasser Brigham and Women's Hospital: Boston, MA, USA image/svg+xml
          • Martin Gasser Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná
            • Nicolau Gregori Czeczko Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná
              • Paulo Afonso Nunes Nassif Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná https://orcid.org/0000-0002-1752-5837

                DOI:

                https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.4150

                Palavras-chave:

                Carcinomas papilíferos de tireoide, Ciclina D1, Imunoistoquímica, Diagnóstico, Prognóstico

                Resumo

                Racional - Os carcinomas papilíferos são os mais prevalentes e menos agressivos de tireoide (CPT). Em alguns casos, o diagnóstico é duvidoso e o prognóstico ruim. A busca de biomarcadores teciduais que permitam assegurar tanto o diagnóstico para casos indeterminados, quanto o prognóstico, identificando os casos de maior agressividade, têm sido estudadas nas últimas décadas. Objetivo: Analisar a ciclina D1 nos CPT e nos bócios multinodulares (BMN) e verificar a correlação da marcação com as características clinicopatológicas. Métodos: Foram selecionados 118 tecidos de pacientes adultos submetidos àa tireoidectomia por CPT e 40 BMN como grupo controle. Realizou-se imunocoloração tecidual com ciclina D1 com subsequente análise imunoistoquímica em ambos grupos, avaliando-se a expressão do marcador (intensidade e distribuição). No grupo dos CPT os dados da imunocoloração foram também cruzados com os dados clinicopatológicos. Resultados: A maioria (93,3%) expressou a coloração da ciclina D1 com intensidades variadas (fraca, moderada e forte) e distribuição predominantemente difusa (71,2%). O grupo controle dos BMN, expressou coloração para ciclina D1 em 57,5%, com intensidade fraca (47,5%) e distribuição esparsa (37,5%). A diferença entre os grupos (estudo e controle) foi estatisticamente significante (p<0,001). No grupo dos CPT, os cruzamentos clinicopatológicos não evidenciaram diferenças quanto à idade, sexo, tipo e tamanho tumoral, estado linfonodal, focalidade e invasão angiolinfática. Conclusão: A ciclina D1 foi expressa na grande maioria dos CPT sendo a distribuição difusa predominante. Não houve correlação entre a expressão delacom qualquer característica clinicopatológica dos CPT.

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                Postado

                20/05/2022

                Como Citar

                ANÁLISE IMUNOISTOQUÍMICA DO BIOMARCADOR CICLINA D1 NOS CARCINOMAS PAPILÍFEROS DE TIREOIDE E BÓCIOS MULTINODULARES. (2022). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.4150

                Série

                Ciências da Saúde

                Dados de financiamento

                Plaudit