DOI do preprint publicado https://doi.org/10.37135/chk.002.17.02
A LINGUAGEM, AQUELE DISPOSITIVO QUE NOS TORNA UMA COMUNIDADE: LEITURA-ESCRITA-ORALIDADE (LEÃO), MEMÓRIA E JUSTIÇA SOCIAL
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.3667Palavras-chave:
Linguagem, comunidade, memória, justicia social, LEOResumo
O objetivo deste artigo é expor a linguagem como um dispositivo cultural que promove formas de organização comunitária uma vez que conhecimento, poder e subjetividade são desafiados a partir de linguagens políticas de leitura que respondem a valores e princípios comunitários. Dessa forma, os processos comunitários vinculados aos processos de educação leitora que envolvem a memória com a intenção de justiça social contribuem para a consolidação de sociedades democráticas radicais. O desenvolvimento deste trabalho situa-se no programa de ação/pesquisa das bibliotecas de Abya-Yala: sociedades e culturas do Sul, e especificamente na linha Bibliotecas, leituras, escritas e oralidade. Metodologicamente, o artigo faz uso de uma análise teórico-documental que, por meio de uma leitura crítica, fundamenta a linguagem em referenciais abrangentes que ampliam seu olhar nas Ciências Humanas e Sociais, retomando diversos referenciais teóricos contemporâneos como Zambrano, Bértolo, Therborn, Escobar, Butler, Fraser, entre outros. Por fim, apresenta-se uma série de alternativas que posicionam a linguagem em relação ao ensino da leitura como oportunidades para o que acontece no mundo da vida. O pronome feminino e o objeto direto são usados para se dirigir às pessoas independentemente de seu gênero ou sexo.
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