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Limites na mídia:

a representação da Tríplice Fronteira nos jornais Folha de S. Paulo e O Globo (2011 e 2019)

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.3144

Palavras-chave:

Tríplice Fronteira, imprensa, terrorismo, framing, agenda-setting

Resumo

A Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai muitas vezes é associada a uma sem lei, desconsiderando o seu caráter de polo energético, comercial e turístico. O foco deste artigo é observar se as representações sobre a região nos dois jornais tendem a reforçar essa imagem, usando-se os conceitos de framing e agenda-setting. Foi feita uma análise qualitativa, complementada pelo software NVivo para medição de frequência de palavras. Os resultados sugerem uma prevalência de assuntos ligados a ilegalidades, com ênfase em terrorismo. Do total de textos que continham as palavras Tríplice Fronteira, 55,5% em O Globo e 47% na Folha contavam com o radical terror-. Concluímos que a cobertura não segue acontecimentos pontuais, e que a ausência de vozes dissonantes das forças de segurança tende a reforçar a imagem de região insegura e a favorecer soluções de maior vigilância e controle.

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Postado

12/11/2021

Como Citar

Limites na mídia: : a representação da Tríplice Fronteira nos jornais Folha de S. Paulo e O Globo (2011 e 2019). (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.3144

Série

Ciências Humanas

Plaudit