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Aumento nas prevalências de obesidade entre 2013 e 2019 e fatores associados no Brasil

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  • Arthur Pate de Souza Ferreira Fundação Oswaldo Cruz, Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Av. Brasil, 4635 - Pavilhão Haity Moussatché - Manguinhos - Rio de Janeiro/RJ https://orcid.org/0000-0002-6686-0105
    • Célia Landmann Szwarcwald Fundação Oswaldo Cruz, Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Av. Brasil, 4635 - Pavilhão Haity Moussatché - Manguinhos - Rio de Janeiro/RJ
      • Giseli Nogueira Damacena Fundação Oswaldo Cruz, Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Av. Brasil, 4635 - Pavilhão Haity Moussatché - Manguinhos - Rio de Janeiro/RJ
        • Paulo Roberto Borges de Souza Júnior Fundação Oswaldo Cruz, Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Av. Brasil, 4635 - Pavilhão Haity Moussatché - Manguinhos - Rio de Janeiro/RJ

          DOI:

          https://doi.org/10.1590/1980-549720210009.supl.2

          Palavras-chave:

          obesidade, aumento, doenças crônicas não transmissíveis, políticas de alimentação, Brasil

          Resumo

          Objetivo: Investigar as variações de indicadores antropométricos entre 2013 e 2019 e os fatores associados à obesidade no Brasil, utilizando as informações da Pesquisa Nacional de Saúde.

          Métodos: Estudo transversal com amostra por conglomerados e seleção aleatória simples nos 3 estágios. Foram usadas as medidas aferidas de peso e altura em 2013 (n=59.592) e em 2019 (n=6.672). As diferenças nas prevalências de obesidade entre 2013 e 2019 foram testadas pelo teste t de Student para amostras independentes. Para identificar os fatores sociodemográficos e problemas de saúde associados à obesidade, foram usados modelos de regressão de Poisson com variância robusta e razões de prevalência (RP) brutas e ajustadas por faixa etária para testar as associações.

          Resultados: De 2013 a 2019, a prevalência de obesidade aumentou significativamente, de 20,8% para 25,9%.  Entre os homens, os maiores aumentos ocorreram no grupo etário 40-59 anos (9,1%) e faixa de renda mediana (8,3%) e, entre as mulheres de baixa escolaridade (8,7%) e não brancas (6,0%).  Para ambos os sexos, os fatores associados à obesidade foram idade, viver com companheiro e escolaridade, diretamente entre homens e inversamente entre mulheres. Em 2019, para o sexo masculino, as RP brutas e ajustadas foram significativas para colesterol alto, hipertensão arterial e alguma doença crônica não transmissível (DCNT) e, para o feminino, para autoavaliação de saúde não boa, hipertensão arterial, diabetes, alguma DCNT.

          Conclusão: É preciso implementar políticas intersetoriais para promover mudanças nos hábitos de alimentação e incentivar a prática de atividade física, levando em consideração os aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais. 

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          Postado

          14/09/2021

          Como Citar

          Aumento nas prevalências de obesidade entre 2013 e 2019 e fatores associados no Brasil. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210009.supl.2

          Série

          Ciências da Saúde

          Plaudit