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Desigualdades na utilização de serviços de saúde por adultos e idosos com e sem doenças crônicas no Brasil, Pesquisa Nacional de Saúde 2019

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  • Deborah Carvalho Malta Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil https://orcid.org/0000-0002-8214-5734
    • Regina Tomie Ivata Bernal Programa de Pós-graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil
      • Crizian Saar Gomes Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil
        • Laís Santos de Magalhães Cardoso Programa de Pós-graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte (MG), Brasil
          • Margareth Guimaraes Lima Universidade de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas, Departamento de Saúde Coletiva - Campinas (SP), Brasil
            • Marilisa Berti de Azevedo Barros Universidade de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas, Departamento de Saúde Coletiva - Campinas (SP), Brasil

              DOI:

              https://doi.org/10.1590/1980-549720210003.supl.2

              Palavras-chave:

              Doenças Crônicas não Transmissíveis, Acesso aos Serviços de Saúde, Desigualdades em Saúde, Inquéritos Epidemiológicos, Desigualdades

              Resumo

              Objetivo: Investigar a utilização de serviços de saúde e a limitação das atividades habituais autorreferida entre adultos e idosos com e sem Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), segundo estratos sócio-demograficos. Métodos: Estudo transversal, no qual foram analisados dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019. A amostra final correspondeu a 88.531 domicílios com entrevistas realizadas, referentes a indivíduos maiores de 18 anos. As prevalências de uso de serviços pela população com DCNT foram comparadas às da população sem DCNT, e estratificadas por variáveis socioeconômicas e demográficas. Razões de prevalência (RP) e intervalos de confiança de 95% foram calculados. Resultados: Em 2019, 47,6% (IC95% 47,0-48,3) da população referiu ter 1 ou mais DCNT.  População com DCNT realizou mais consulta médica nos últimos 12 meses (RPaj=1,21; IC95% 1,20-1,23), utilizou mais o serviço de saúde nas duas últimas semanas (RPaj=2,01; IC95% 1,91-2,11), referiu mais internações (RPaj=2,11; IC95% 1,89-2,36), e mais limitação da realização de atividades (RPaj=2,52 vezes; IC95% 2,30-2,76) em comparação com população sem DCNT. Observou-se gradiente dose-resposta positivo entre número de comorbidades e uso de serviços. Em todos os estratos socioeconômicos e demográficos, a prevalência dos indicadores foi mais elevada em pessoas com DCNT. Conclusões: A presença de DCNT se associou à maior frequência de uso de serviços de saúde (consulta médica, uso de serviços de saúde e internação) e da restrição das atividades habituais em todos os estratos socioeconômicos e demográficos.

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              Postado

              10/09/2021

              Como Citar

              Desigualdades na utilização de serviços de saúde por adultos e idosos com e sem doenças crônicas no Brasil, Pesquisa Nacional de Saúde 2019 . (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210003.supl.2

              Série

              Ciências da Saúde

              Plaudit