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Protocolo de avaliação e intervenção precoces de sinais de risco de autismo: comparando grupos de alto e baixo risco

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2907

Palavras-chave:

Transtorno do espectro autista, diagnóstico precoce, população em risco

Resumo

O diagnóstico precoce do Transtorno do Espectro Autista (TEA) na população permite
intervenções com melhor prognóstico e menor custo de tratamento. Estudos indicam que há
uma maior prevalência de TEA em irmãos de indivíduos diagnosticados, considerados assim
como grupo de risco. Gioia e Guilhardi (2018) desenvolveram um protocolo para avaliação
de sinais precoces em crianças de risco com fácil aplicação por pais e/ou cuidadores. O presente
trabalho teve como objetivos, avaliar se as tarefas deste protocolo aplicadas no período de 2013
a 2019 em crianças de 13 a 22 meses produziram resultados diferenciadores entre o grupo de
alto (AR) e baixo risco autístico (BR) e verificar a correspondência entre a avaliação obtida no
protocolo pelos participantes AR com a avaliação obtida na escala Childhood Autism Rating
Scale – CARS. Como resultado, foi constatado que seis das treze tarefas do protocolo
permitiram diferenciar entre os grupos AR e BR, demonstrando que o instrumento pode ser
efetivo na identificação precoce de crianças que posteriormente poderão vir a receber
diagnóstico de TEA.

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Postado

31/05/2026 — Atualizado em 14/12/2021

Como Citar

Protocolo de avaliação e intervenção precoces de sinais de risco de autismo: comparando grupos de alto e baixo risco. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.2907

Série

Ciências Humanas

Plaudit