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Tendência dos casos de sífilis gestacional e congênita em Minas Gerais, 2009-2019: um estudo ecológico

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DOI:

https://doi.org/10.1590/s1679-49742021000400006

Palavras-chave:

Sífilis, Sífilis Congênita, Gestantes, Monitoramento Epidemiológico, Doenças Sexualmente Transmissíveis, Estudos de Séries Temporais

Resumo

Objetivo: Analisar a tendência das notificações de sífilis gestacional e congênita em Minas Gerais, Brasil, de 2009 a 2019. Métodos: Estudo ecológico de série temporal, considerando-se como unidade de análise o estado de Minas Gerais, a partir de dados notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Empregou-se o modelo autorregressivo de Prais-Winsten para verificação de tendência. Resultados: Foram notificados 20.348 casos de sífilis gestacional e 11.173 casos de sífilis congênita. O percentual médio de incremento anual foi de 36,7% (IC95% 32,5;41,0) para a taxa de incidência de sífilis gestacional, e de 32,8% (IC95% 28,0;37,8) para a taxa de incidência de sífilis congênita (p<0,001). Conclusão: A análise de tendência temporal evidenciou que as taxas de incidência de sífilis gestacional e sífilis congênita apresentaram tendências crescentes significativas, o que se pode relacionar ao tratamento inadequado ou à não realização de tratamento da sífilis durante o período gestacional.

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Postado

11/08/2021

Como Citar

Tendência dos casos de sífilis gestacional e congênita em Minas Gerais, 2009-2019: um estudo ecológico. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/s1679-49742021000400006

Série

Ciências da Saúde

Plaudit