Durabilidade da toxina botulínica tipo A e análise qualitativa para o tratamento do sorriso gengival
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.18034Palavras-chave:
Toxinas botulínicas tipo A, sorriso, qualidade de vidaResumo
Objetivo: Avaliar quantitativamente a melhora estética e o rebaixamento do lábio superior após o tratamento do sorriso gengival decorrente de hipercontração muscular com toxina botulínica tipo A. Método: O estudo incluiu 16 pacientes que receberam 8 unidades de toxina botulínica tipo A bilateralmente. As avaliações foram realizadas em quatro momentos: T0 (antes da aplicação), T1 (15 dias), T2 (2 meses) e T3 (4 meses). Foram mensuradas duas distâncias: (a) da espinha nasal anterior até a borda inferior do lábio superior e (b) da borda inferior do lábio superior até a borda incisal do incisivo central superior direito. O impacto da toxina botulínica tipo A na qualidade de vida foi adicionalmente avaliado por meio da satisfação dos pacientes, utilizando a Escala Visual Analógica (EVA). Resultado: Ao mensurar a distância da espinha nasal anterior até a borda inferior do lábio superior em T3 (14,95 mm), observou-se que a média foi maior que em T0 (14,82 mm), porém menor que em T1 (16,53 mm) e T2 (15,42 mm). Em relação à distância média entre a borda inferior do lábio superior e a borda incisal do incisivo central superior direito, T3 (11,23 mm) foi inferior a T0 (12,11 mm), porém superior a T1 (8,94 mm) e T2 (8,52 mm). Quanto à satisfação dos pacientes, o escore da EVA em T3 (8,4) foi superior aos valores de T0 (4,5), T1 (8,5) e T2 (8,9). Conclusão: A toxina botulínica tipo A promoveu melhora qualitativa na qualidade de vida dos pacientes e apresentou durabilidade de pelo menos quatro meses.
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