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O TRABALHO COMO ESSÊNCIA HUMANA? A ATIVIDADE E SEUS MEDIADORES

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.17158

Palavras-chave:

Essência humana, Trabalho, Atividade, Lucien Sève, Marxismo

Resumo

No interior do marxismo ou fora dele, Marx é comumente evocado como aquele que pensou o trabalho como a essência humana. Tendo esse aspecto como ponto de partida, o objetivo principal do artigo é problematizar a noção amplamente difundida de que o trabalho corresponde à essência humana. Neste estudo teórico, de caráter ensaístico, vamos seguir um notável conhecedor da obra marxiana, o filósofo Lucien Sève, e avançar a argumentação de que uma parte da tradição marxista ficou aquém das aquisições de Marx sobre o que é o próprio da humanidade. Nossa tese é a de que a passagem pela problemática da atividade (Tätigkeit) e por seus mediadores permite compreender a questão. Conclui-se que o ser humano, enquanto tal, não possui uma essência, pois ela não concerne a um indivíduo à parte. A essência humana é o conjunto das relações sociais, concepção que vem de Marx e em relação à qual o marxismo não parece ter tirado todas as consequências.  

 

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Enviado

27/07/2026

Postado

09/09/2026

Como Citar

O TRABALHO COMO ESSÊNCIA HUMANA? A ATIVIDADE E SEUS MEDIADORES. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.17158

Série

Ciências Humanas

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito