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Aleitamento materno exclusivo e introdução de alimentos ultraprocessados no primeiro ano de vida: estudo de coorte no sudoeste da Bahia, 2018

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DOI:

https://doi.org/10.1590/S1679-49742021000200007

Palavras-chave:

Aleitamento Materno, Nutrição do Lactente, Alimentos Industrializados, Estudos Longitudinais

Resumo

Objetivo: Analisar a associação entre aleitamento materno exclusivo (AME) na introdução de alimentos ultraprocessados em crianças menores de 12 meses. Métodos: Estudo de coorte, realizado com crianças de Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. A exposição principal foi o AME (em dias: <120; 120-179; ≥180). A variável-desfecho do estudo foi a introdução de quatro ou mais tipos de ultraprocessados no primeiro ano de vida. Utilizou-se análise de regressão de Poisson. Resultados: Foram avaliadas 286 crianças, das quais 40,2% receberam quatro ou mais ultraprocessados e 48,9% receberam AME por menos de 120 dias. O AME por menos de 120 dias (RR=2,94 – IC95% 1,51;5,71) e por 120-179 dias (RR=2,17 – IC95% 1,09;4,30) associou-se ao desfecho após ajuste pelas variáveis socioeconômicas, maternas, paternas e da criança. Conclusão: O AME por menos de 180 dias aumentou o risco de introdução de quatro ou mais alimentos ultraprocessados no primeiro ano de vida.

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Postado

11/01/2021

Como Citar

Aleitamento materno exclusivo e introdução de alimentos ultraprocessados no primeiro ano de vida: estudo de coorte no sudoeste da Bahia, 2018. (2021). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/S1679-49742021000200007

Série

Ciências da Saúde

Plaudit