As Ilusões da Modernidade
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.16193Palavras-chave:
Aurora, preconceito, desilusão, epistemologiaResumo
Precisamos quebrar o aguilhão da ilusão imemorial!”, escreve Nietzsche no outono de 1880. A despeito dos inegáveis progressos da modernidade em relação ao obscurantismo do passado, a persistência de diversas ilusões e o aparecimento de novas explicam, com essa injunção, que muito desta tarefa ainda está por se fazer. A modernidade é algo mais do que o produto de ilusões milenares? Ela mesma não é a ilusão suprema quando se mantém na era do desencantamento e se crê, sem razão, desiludida? É no cerne das ilusões da modernidade e da modernidade como ilusão que Nietzsche pretende realizar sua crítica, para melhor desenvolver o seu próprio projeto filosófico de desilusão.
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