irpf-bridge: Writeback Controlado em Artefatos Oficiais de Save-State do IRPF Desktop
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15845Palavras-chave:
IRPF, artefatos oficiais, writeback, governo digital, sistemas de informação, revisão humanaResumo
A declaração anual de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) no Brasil é preparada em um programa desktop distribuído pela Receita Federal, o Programa Gerador da Declaração (PGD), que persiste o estado da declaração em artefatos locais estruturados. Esforços públicos de automação costumam contornar esses artefatos por meio de scripting de interface gráfica, representações paralelas da declaração ou inspeção sem escrita controlada. Este trabalho investiga um objetivo diferente: verificar se a família oficial de save-state pode ser tratada como objeto primário de leitura e escrita sem retirar do humano o controle sobre cada mudança proposta. Apresentamos o irpf-bridge, um protótipo local em Python que ingere pares baseline XML/BKP, mapeia evidências documentais em deltas candidatos, valida esses deltas e escreve fatias estreitas da declaração 2026 sob limites explícitos de escopo. Os resultados públicos combinam verificações determinísticas de convergência por reexecução, evidência exercitada de preservação e observações manuais delimitadas de reabertura e aceitação no PGD oficial. A contribuição não é automação fiscal ampla; é evidência de que, para o escopo testado, a fronteira do artefato oficial pode ser cruzada programaticamente de forma segura, revisável e verificável, sem tornar a automação de GUI a superfície primária de integração.
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