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A cicatriz planetária e a epigenética macro: o fim da hierarquia ecológica e a interdependência sistêmica

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15288

Palavras-chave:

Epigenética Macro, Interdependência Sistêmica, Hierarquia Ecológica, Chapada do Araripe, Paradigma Biocêntrico

Resumo

Este artigo de natureza teórico-conceitual propõe o conceito de "Epigenética Macro" para desconstruir a visão hierárquica e fragmentada dos ecossistemas. A partir de uma análise interdisciplinar, demonstra-se que a Terra opera como um superorganismo interdependente, onde intervenções antrópicas locais (como loteamentos urbanos) e globais (como a poluição por microplásticos) atuam como "cicatrizes" e ruídos epigenéticos, afetando a regulação biológica em múltiplas escalas. O estudo desmistifica a ideia de concorrência entre biomas, utilizando os rios voadores entre a Amazônia e a Chapada do Araripe, além do paradoxo dos polinizadores, para provar que a sobrevivência do macroambiente está incondicionalmente subordinada ao micro. Conclui-se que a humanidade, enquanto fator de expressão gênica planetária, deve assumir uma transição inadiável para o Paradigma Biocêntrico, revertendo a auto-intoxicação evolutiva por meio da educação ambiental e do reconhecimento da teia indissociável da vida.

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Postado

24/03/2026

Como Citar

A cicatriz planetária e a epigenética macro: o fim da hierarquia ecológica e a interdependência sistêmica. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.15288

Série

Ciências Humanas

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito