Colapso Ambiental, políticas, paradoxos e saúde global
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.14102Palavras-chave:
Colapso ambiental, Crise climática, Transição energética, Saúde globalResumo
Este ensaio propõe uma reflexão crítica sobre o colapso socioambiental do mundo e suas consequências sobre todos os seres vivos, não apenas na ‘saúde global’, tradicionalmente entendida como a saúde dos humanos. Discute dois temas especialmente relevantes – crise climática e transição energética – e o papel de algumas políticas elaboradas para fazer frente ao risco de um possível deterioro da vida no planeta e a dissociação entre evidências e ações. Sintetiza os grandes problemas contemporâneos responsáveis por essa situação e suas causas estruturais. Argumenta que são processos longos e multidimensionais vinculados a um modelo de crescimento/desenvolvimento permanente, impulsionador de crises sobrepostas e interrelacionadas. Analisa brevemente a crise geopolítica em curso e o impacto de todo esse cenário no sistema internacional e na Organização das Nações Unidas (ONU), incluída a Organização Mundial da saúde (OMS). As informações e dados provêm de revisão bibliográfica e de documentos, além de artigos da internet e notícias de jornais. Conclui que problematizar a complexidade da situação ambiental e o alcance de algumas políticas pode ajudar a entender as dinâmicas estruturais subjacentes, as despolitizações, contradições e paradoxos das propostas de ‘adaptação’ e ‘superação das crises’ e as mudanças necessárias.
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