QUANTO VALE SER SUJEITO?: EFEITOS DE SUJEITO NA CONSTITUIÇÃO DO ARQUIVO DO/NO X
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.14023Palavras-chave:
arquivo, sujeito, leitura, X, GrokResumo
Neste trabalho, inscrito no dispositivo teórico-metodológico-analítico da Análise de Discurso materialista de orientação pecheuxtiana, objetivo analisar comparativamente o funcionamento de discursividades automatizadas linearizadas pelo Grok, inteligência artificial do X, com vistas a questionar os imaginários (re)produzidos sobre o sujeito-usuário e seus efeitos de sustentação. Para tal, parto do enunciado-comando “O que é ditadura?” realizada sob diferentes circunstâncias: em um perfil pessoal e em um perfil criado para a pesquisa, valendo-me, em ambos, das versões gratuita e paga do X. Do ponto de vista teórico, mobilizo noções de arquivo e sujeito, que direcionam o modo como se olha para o corpus, articulando as noções teóricas às reflexões analíticas. Ao longo das análises, identifico que o Grok faz distintos gestos de leitura sobre o sujeito-usuário e sobre o arquivo que mobiliza para o enunciado-comando, de modo a tensionar os limites da repetição e da paráfrase em suas formulações.
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