A comunidade da escrita: Susan Sontag, Leyla Perrone-Moisés, Beatriz Sarlo e Roland Barthes
DOI:
https://doi.org/10.1590/2596-304x202527e20251118Palavras-chave:
Roland Barthes, Leyla Perrone-Moisés, Susan Sontag, Beatriz SarloResumo
Este artigo tem como objetivo mostrar e comparar as leituras de Roland Barthes das críticas Susan Sontag, nos Estados Unidos, Leyla Perrone-Moisés, no Brasil e Beatriz Sarlo, na Argentina. Para isso, começamos com algumas observações relativas à circulação internacional da crítica literária e depois, tentamos descrever de forma panorâmica a produção de cada uma das três críticas relativas às leituras de Barthes, destacando os textos que elas escreveram logo após a morte de Barthes, em 1980: “Recordando Barthes”, de Sontag, “Relembrando Barthes, sem autópsias acadêmicas”, de Perrone-Moisés e “Roland Barthes, uma biografia impossível”, de Sarlo. No final, também discutimos o impacto das leituras dessas críticas na obra do próprio Roland Barthes, a partir do estudo do seu arquivo, na Biblioteca Nacional da França.
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