A equidade em situações-limite: acesso ao tratamento para pessoas com hemofilia
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1361Palavras-chave:
Hemofilia, Bioética, Doenças rara, Equidade em Saúde, JustiçaResumo
Hemofilia é uma condição hematológica rara e seu tratamento é alvo de inovação terapêutica. No encontro entre necessidades do paciente, condutas do clínico e orientação do gestor de saúde, surge o conflito: o protocolo é um mínimo ou um máximo terapêutico? As decisões clínicas em debate com a alocação de recursos levam à discussão sobre equidade nestas situações-limite. O método do presente estudo é compreensivo, mediante análise bioética de 14 decisões judiciais acerca do acesso aos tratamentos de hemofilia. As decisões de garantia de acesso aos tratamentos pressupõem vinculação ética com o paciente; a clínica conserva uma dimensão de equidade ao permitir que o tratamento seja singular e as doses previstas em protocolo sejam sugestões e não limites. Do ponto de vista ético, estas são expressões de justiça, de precaução e de consideração dos interesses do paciente.
Downloads
Enviado
Postado
Versões
- 26/10/2020 (2)
- 19/10/2020 (1)
Como Citar
Série
Copyright (c) 2020 Andréa Carolina Lins de Góes, Daniela Amado Rabelo, Tiago Félix Marques, Natan Monsores

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.


