CONVERGÊNCIAS EM AMARAL, NASCENTES E MARROQUIM
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12690Palavras-chave:
Dialetologia, Fonologia, Morfossintaxe, Língua PortuguesaResumo
As obras O Dialeto Caipira, do paulista Amadeu Amaral (06/11/1875 – 24/10/1929); O Linguajar Carioca, do fluminense Antenor Nascentes (17/06/1886 – 06/09/1972); e A Língua do Nordeste, do pernambucano Mário Marroquim (22/03/1896 – 15/03/1975), publicadas, respectivamente, em 1920, 1953 e 1934, representam, indubitavelmente, três clássicos dos estudos dialetológicos brasileiros, sobretudo considerando a primeira metade do século XX, o que decorre não somente da competência dos autores no trato das questões examinadas, mas também do elemento vanguardista de vários dos questionamentos empreendidos, muitos dos quais a reverberarem até os nossos dias. Dada essa realidade, o escopo central do presente artigo é oferecer uma análise contrastiva entre componentes lexicais e gramaticais constantes das três obras. Outrossim, considerando o que se possa depreender do estudo, também é nosso objetivo promover um exame de aspectos relevantes para a evolução do trabalho com Língua Portuguesa nas séries básicas de ensino, com apontamentos de componentes fonológicos e morfossintáticos, os quais podem ser eventualmente aprofundados no âmbito da pesquisa linguística em nível superior.
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