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PANORAMA DA COVID-19 NO NORDESTE BRASILEIRO: ANÁLISES E PREVISÕES VIA MODELOS DE CRESCIMENTO

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  • Giovani L. Vasconcelos Departamento de Física, Universidade Federal do Paraná, 81531-990 Curitiba, Brasil https://orcid.org/0000-0001-6609-5960
    • Arthur A. Brum Departamento de Física, Universidade Federal de Pernambuco, 50670-901 Recife, Brasil https://orcid.org/0000-0002-2843-042X
      • Gerson C. Duarte-Filho Departamento de Física, Universidade Federal de Sergipe, 49100-000 São Cristóvão, Brasil https://orcid.org/0000-0003-4975-4981
        • Raydonal Ospina Federal University of Pernambuco https://orcid.org/0000-0002-9884-9090
          • Francisco A. G. Almeida Departamento de Física, Universidade Federal de Sergipe, 49100-000 São Cristóvão, Brasil
            • Antônio M. S. Macêdo Departamento de Física, Universidade Federal de Pernambuco, 50670-901 Recife, Brasil https://orcid.org/0000-0002-4522-031X

              DOI:

              https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.987

              Keywords:

              ovid-19, Modelos epidemiológicos, Modelos de crescimento, Políticas de saúde pública

              Resumen

              A pandemia da Covid-19, causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), é uma das maiores crises de saúde pública que o mundo já enfrentou. Nesse contexto, é importante ter modelos eficazes para descrever os diferentes estágios da evolução da epidemia, a fim de orientar as autoridades competentes na adoção de políticas públicas para o enfrentamento e controle da pandemia. No presente trabalho, nós propomos um novo método de análise de curvas epidêmicas com base na seleção criteriosa de modelos de crescimento, tomando como exemplo as curvas acumuladas de óbitos atribuídos à Covid-19 para os estados da região Nordeste do Brasil. A depender do caso, foram utilizados o modelo q-exponencial, o modelo de Richards ou o modelo generalizado de Richards para fazer o ajuste numérico das respectivas curvas empíricas. Verificou-se que os modelos utilizados descrevem muito bem as curvas empíricas de todos os estados do Nordeste, permitindo assim diagnosticar mais precisamente o estágio da epidemia em cada um dos estados. Dentre eles, apenas o estado da Paraíba ainda encontra-se na fase inicial de crescimento, quando a curva epidêmica ainda não apresenta um ponto de inflexão, sendo nesse caso melhor descrita pelo modelo q-exponencial. Os demais estados foram mais bem descritos ou pelo modelo de Richards ou por sua versão generalizada. O modelo de Richards, em particular, foi capaz de identificar com razoável confiabilidade o surgimento do ponto de inflexão para os estados que só recentemente alcançaram esse estágio da epidemia, como foi o caso do Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Esse modelo também é capaz de prever quando a inflexão está prestes a acontecer, como é o caso da Bahia. O modelo generalizado de Richards, por sua vez, mostrou-se mais apropriado para descrever curvas epidêmicas de estados que estão em uma fase mais desenvolvida da epidemia, como Ceará e Pernambuco, quando as curvas epidêmicas já apresentam uma tendência mais consolidada de saturação em direção ao platô.

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              Enviado

              18/07/2020

              Postado

              20/07/2020

              Cómo citar

              PANORAMA DA COVID-19 NO NORDESTE BRASILEIRO: ANÁLISES E PREVISÕES VIA MODELOS DE CRESCIMENTO. (2020). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.987

              Serie

              Ciencias de la Salud

              Plaudit