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EXERCÍCIO FÍSICO, RENDIMENTO ACADÊMICO E SINTOMAS DE OVERTRAINING EM ESTUDANTES DE MEDICINA

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  • Thiago Teixeira Guimarães GPEEx/BR https://orcid.org/0000-0001-6457-5098
    • Domênica Baroni Universidade do Estado do Rio de Janeiro
      • Monique das Neves Silva Universidade do Estado do Rio de Janeiro
        • Paula de Marsillac Universidade do Estado do Rio de Janeiro
          • Octavio Tomé https://orcid.org/0000-0003-3471-8638

            DOI:

            https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.983

            Keywords:

            supertreinamento, excesso de exercício, psicobiologia, cognição

            Resumen

            Introdução: O exercício físico regular parece apresentar benefícios até o desenvolvimento do overtraining, que compromete o desempenho e a saúde. Objetivo: Verificar se o rendimento acadêmico de graduandos em medicina está correlacionado com o estado de overtraining, além de comparar seus sinais entre praticantes de diferentes quantidades de exercício. Métodos: A amostra consistiu de 107 estudantes assintomáticos do curso de medicina da UERJ. Foi utilizada uma anamnese para coletar informações que caracterizassem a amostra, além das horas de sono e status de atividade física. Três grupos foram estabelecidos: insuficientemente ativos (n=35), moderadamente ativos (n=57) e superativos (n=15). Foi aplicado o Questionário de Sintomas Clínicos do Overtraining para a comparação entre grupos, onde quanto maior a pontuação, mais evidentes seus sintomas. O rendimento acadêmico foi obtido através do resultado da avaliação curricular nas disciplinas com maior carga horária em seus respectivos períodos (Anatomia, Micro Imuno e Clínica Médica), com pontuação variando entre zero a 10. Resultados: Não houve diferença estatística significativa, através da correlação não paramétrica de Spearman, entre os escores de overtraining e o rendimento acadêmico (rs=-0,058; p=0,554). A ANOVA de uma entrada indicou diferença estatística significativa nos escores de overtraining entre insuficientemente ativos (36,31 ± 17,3) e moderadamente ativos (28,15±14,17) (p<0,01), entre insuficientemente ativos e superativos (14,66±8,86) (p<0,001) e entre moderadamente ativos e superativos (p<0,01). Conclusão: O rendimento acadêmico não foi afetado pelo estado de fadiga acumulada, porém, pessoas insuficientemente ativas podem ser acometidas por sintomas característicos do excesso de estresse provocado pelo exercício. Existem questões relacionadas ao desenvolvimento da exaustão física e emocional que não são justificadas exclusivamente por parâmetros clássicos de sua prática, como por exemplo, o tipo, frequência, intensidade, duração e intervalo do exercício.

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            Enviado

            17/07/2020

            Postado

            20/06/2026 — Actualizado el 19/07/2020

            Cómo citar

            EXERCÍCIO FÍSICO, RENDIMENTO ACADÊMICO E SINTOMAS DE OVERTRAINING EM ESTUDANTES DE MEDICINA. (2020). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.983

            Serie

            Ciencias de la Salud

            Plaudit