O "FAZER CIÊNCIA" EM UMA CAIXA PRETA MÁGICA: INTEGRIDADE CIENTÍFICA VERSUS PRODUTIVIDADE EM PUBLICAÇÕES ACADÊMICAS COM INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAIS GENERATIVAS
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.7365Keywords:
Inteligência Artificial Generativa, Ciência Aberta, Integridade Científica, Equidade, TransparênciaResumen
Desde o lançamento do ChatGPT em 2022, observou-se uma rápida proliferação de aplicações de IAs generativas, trazendo uma promessa de revolução em diversos campos, incluindo a ciência. Estas tecnologias estão sendo cada vez mais integradas em estudos acadêmicos para auxiliar na construção textual, análise de dados e extração de conhecimento, potencializando a produção e a interpretação científica. No entanto, ao mesmo tempo em que essas ferramentas avançam, surgem discussões sobre o uso dessas "Caixas Pretas" no fazer científico. A preocupação gira em torno das limitações e questões éticas que envolvem seu uso, levantando debates como integridade acadêmica, transparência, reprodutibilidade e confiabilidade dos resultados. Também há a preocupação com relação à equidade no acesso no uso dessas ferramentas e sobre a centralização de poder nas mãos de poucas empresas que desenvolvem essas tecnologias. A Ciência Aberta possui atualmente princípios norteadores que podem guiar a construção de boas práticas nesta área. Diante desse cenário, o presente trabalho busca explorar a questão: Como as Inteligências Artificiais Generativas estão se adequando aos princípios norteadores de Ciência Aberta?
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Derechos de autor 2024 Jose Rodolfo Beluzo, Gisele da Silva Craveiro

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