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DOI del artículo publicado https://doi.org/10.1590/2236-8906-70/2019
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Análise de pólen em pelagem de morcegos Phyllostomidae (Chiroptera) no Parque Estadual Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil

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  • Helen Regina da Silva Rossi Universidade Federal de São Carlos, Centro de Ciências Agrárias, Laboratório de Fauna, Rod. Anhanguera, km 174, 13600-970 Araras, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0003-2904-2960
    • Angela Maria da Silva Corrêa Instituto de Botânica, Núcleo de Pesquisa em Palinologia, Avenida Miguel Estéfano, 3687, 04301-902 São Paulo, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0001-6310-9191
      • Cauê Monticelli Fundação Parque Zoológico de São Paulo, Av. Miguel Estéfano, 4241, 04301-905 São Paulo, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0003-3680-0491
        • Luan Henrique Morais Fundação Parque Zoológico de São Paulo, Av. Miguel Estéfano, 4241, 04301-905 São Paulo, SP, Brasil
          • Vlamir José Rocha Universidade Federal de São Carlos, Centro de Ciências Agrárias, Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação, Laboratório de Fauna, Rod. Anhanguera, km 174, 13600-970 Araras, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0002-9889-8773

            DOI:

            https://doi.org/10.1590/2236-8906-70/2019

            Keywords:

            diversidade polínica, interação morcego-planta, Mata Atlântica, morcegos fitófagos, PEFI

            Resumen

            A polinização é uma relação mutualística bem-sucedida entre morcegos e angiospermas. Apesar disso, pouco se conhece sobre a diversidade polínica presente na pelagem de espécies de morcegos fitófagos. O objetivo deste estudo foi registrar os tipos polínicos encontrados na pelagem de morcegos Phyllostomidae, a fim de identificar possíveis interações entre esses animais e as plantas. Para a captura dos quirópteros no Parque Estadual Fontes do Ipiranga, localizado na cidade de São Paulo, foram utilizadas redes de neblina entre outubro de 2015 e setembro de 2016. Os grãos de pólen foram coletados com pincel e água destilada e submetidos à análise em laboratório. Setenta e dois tipos polínicos foram registrados, sendo que os mais frequentes foram Alchornea (9,3%, n=20), Eucalyptus (5,6%, n=12) e Euterpe (4,6%, n=10). Foram amostrados 267 morcegos pertencentes a cinco espécies, sendo que Artibeus lituratus, Stunira lilium e Artibeus fimbriatus apresentaram as maiores diversidades polínicas em seus corpos. Neste trabalho, foram identificadas interações inéditas entre morcegos e plantas.

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            Postado

            16/05/2020

            Cómo citar

            Análise de pólen em pelagem de morcegos Phyllostomidae (Chiroptera) no Parque Estadual Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. (2020). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/2236-8906-70/2019

            Serie

            Ciencias Biológicas

            Plaudit