Impacto da pandêmica pela covid-19 não perfil de pacientes críticos tratados pela um serviço de hemodiálise
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.3429Keywords:
cuidados críticos, lesión renal aguda, insuficiencia renal, Diálisis renal, COVID-19Resumen
Introducción y objetivo: Los pacientes críticamente enfermos con COVID-19 a menudo progresan a una lesión renal aguda y necesitan hemodiálisis. El objetivo de este estudio fue comparar el perfil de atención de los pacientes críticamente enfermos sometidos a terapia de reemplazo renal antes y durante la pandemia de COVID-19.
Métodos: estudio observacional realizado en un hospital universitario de la ciudad de São Paulo, Brasil. En el estudio participaron pacientes críticos sometidos a hemodiálisis de abril a junio de 2019 y de abril a junio de 2020. Los datos se obtuvieron de documentos de atención de hemodiálisis y registros médicos electrónicos. Se utilizó la prueba de Chi-cuadrado, Mann-Whitney, Shapiro-Wilk, exacta de Fisher (significancia del 5%).
Resultados: participaron 221 pacientes, 50 en 2019 y 171 en 2020. En 2019, el 30,0% de los pacientes fueron hospitalizados por alteraciones renales agudas, el 90,0% presentó aumento de creatinina de entrada, fueron remitidos a cuidados intensivos a los 4,62 ± 6,38 días e iniciaron hemodiálisis posteriormente. 17,26 ± 24,53 días. En 2020, el 66,7% fueron hospitalizados por COVID-19, el 77,7% presentó aumento de creatinina de entrada, fueron remitidos a cuidados intensivos a los 2,21 ± 3,63 días e iniciaron hemodiálisis a los 10,24 ± 11,99 días. Se realizaron 212 sesiones de hemodiálisis en 2019 y 873 en 2020. Hubo más muertes en 2020 (p = 0.01) y los pacientes con COVID-19 (p = 0.014) e inestabilidad hemodinámica (p = 0.016) fueron los más afectados.
Conclusión: En 2020, hubo un aumento de 3,42 veces en el número de pacientes críticos en hemodiálisis y un aumento de 4,11 veces en el número de sesiones respecto al año 2019.
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Derechos de autor 2022 Claudia Gallota, Tatiana Garcia Viana, Fabiana Augusto, Regina Elena Genovese, Carlos Alberto Balda, Ieda Aparecida Carneiro

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
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Avaliação em grupo ASAPbio-SciELO Preprints
Esta avaliação reflete contribuições de Bruna Guadalim, Kamyla de Arruda Pedrosa, Iratxe Puebla, Mariana Rezende. Síntese por Vanessa Bortoluzzi.
Neste estudo, os autores tiveram como objetivo comparar o perfil de pacientes críticos submetidos à hemodiálise atendidos antes e durante a pandemia de COVID-19. A partir dos registros em prontuário eletrônico, foram coletados dados de pacientes que usaram o serviço de hemodiálise de um hospital universitário da cidade de São Paulo entre abril e junho de 2019 e abril e junho de 2020. No total, os dados de 221 pacientes foram analisados, 50 deles atendidos em 2019 e 171 em 2020. Em 2020, observou-se um aumento de 3,42 vezes no número de pacientes críticos em hemodiálise e um aumento de 4,11 vezes no número de sessões em relação ao mesmo período no ano de 2019.
Este trabalho é relevante no esclarecimento de impactos da pandemia de COVID-19 nos serviços de saúde e a pacientes críticos, particularmente aqueles relacionados à capacidade de atendimento desses serviços e curso da doença levando à demanda de terapia de substituição renal; no entanto, certos aspectos do artigo necessitam de revisão. A seguir, as sugestões e comentários dos revisores.
INTRODUÇÃO
No segundo parágrafo da Introdução, onde os autores mencionam que “cerca de 32% dos pacientes com COVID-19 apresentaram lesão renal aguda” seria interessante reformular a passagem mencionando os autores ou onde o estudo foi realizado; apesar de a referência constar no texto, é importante esclarecer a qual estudo o artigo se refere.
O trecho em que é mencionado o manejo de pacientes com COVID-19 pode induzir alguns leitores à conclusão incorreta de que o curso da doença sempre culminará em substituição renal. Por favor, reformule essa passagem para maior clareza.
Sugere-se a inclusão de mais estudos publicados na literatura nacional sobre a temática e uma breve reflexão acerca das contribuições deste estudo. Como os resultados podem informar os cuidados aos pacientes ou a resposta no sistema de saúde? Qual é a lacuna de conhecimento abordada?
MÉTODOS
Quando os autores mencionam o local do estudo, seria útil dar um pouco mais de informação sobre o serviço e hospital em questão; a qual população eles atendem, quão representativo (ou não) pode ser da população do Brasil?
Em relação ao período de estudo, no resumo aparece de abril a junho, enquanto que em Métodos o período consta como de abril a julho. Por favor, verifique qual é o período correto e atualize a informação onde ela aparece no artigo. Além disso, qual a justificativa para a escolha desse período de tempo para a comparação? Por que esses meses, ao invés de dizer um período de 6 meses? O mesmo se aplica à comparação com 2019, é possível fornecer alguma razão para isso, ao invés de incluir vários anos (no caso de 2019 uma tendência particular que difere do habitual).
RESULTADOS
Sugere-se que informações já existentes na tabela não sejam repetidas no texto. O ideal seria que a tabela apresente as informações em termos de números e o texto que faz referência à ela apenas aponte questões principais, como por exemplo, que a maioria dos paciente eram homens em ambos os períodos avaliados, as principais comorbidades encontradas, entre outros aspectos relevantes.
Ainda em relação à apresentação dos resultados nas tabelas, sugere-se colocar no cabeçalho, abaixo dos anos, a notação 'n (%)', para que fique mais claro que proporção o número de pacientes representa do total de participantes.
DISCUSSÃO
Seria relevante mencionar como limitação o período de tempo limitado estudado: esses 4 meses em 2019 podem não ser representativos de outros anos anteriores à pandemia, e também não está claro se, por exemplo, os níveis de mortalidade por COVID-19 seriam os mesmos após julho de 2020 (devido a diferentes variantes e vacinação da população).
Além disso, seria importante acrescentar alguma discussão sobre como os achados deste hospital poderiam ser generalizados para outros hospitais do país e, caso não, por que não.
Sugere-se adicionar as relações com todas as variáveis analisadas nesta pesquisa.


