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Comportamento sexual e uso de preservativos na população brasileira: análise da Pesquisa Nacional de Saúde, 2019

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  • Mariana Santos Felisbino-Mendes Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Depto. de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil https://orcid.org/0000-0001-5321-5708
    • Fernanda Gontijo Araújo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Depto. de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
      • Laís Vanessa Assunção Oliveira Egressa do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Depto. de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
        • Nádia Machado de Vasconcelos Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública. Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte (MG), Brasil
          • Maria Lúcia França Pontes Vieira Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Diretoria de Pesquisa. Rio de Janeiro, Brasil
            • Deborah Carvalho Malta Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Depto. de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública, Escola de Enfermagem, Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

              DOI:

              https://doi.org/10.1590/1980-549720210018.supl.2

              Keywords:

              Preservativos, Comportamento Sexual, Saúde Sexual e Reprodutiva, Infecções Sexualmente Transmissíveis, Prevenção de Doenças, Inquéritos epidemiológicos

              Resumen

              Objetivo: O objetivo dessa pesquisa foi descrever os comportamentos relacionados à atividade sexual e ao uso de preservativos na população brasileira. Métodos: Trata-se de estudo transversal, descritivo, que utilizou dados de 88.531 indivíduos com 18 anos ou mais, que responderam à segunda edição da Pesquisa Nacional de Saúde realizada em 2019. Foram estimadas as prevalências com os respectivos intervalos de 95% de confiança para cada indicador relativo ao comportamento sexual e uso de preservativos de acordo com sexo, idade, raça/cor, nível de escolaridade e região de moradia. Resultados: A maioria da população brasileira já teve relação sexual alguma vez na vida (93,9%), sendo a idade média de iniciação de 17,3 anos. A prevalência do uso consistente de preservativos foi de apenas 22,8%, sendo ainda menor entre as mulheres (20,9%). Ainda, 59% da população referiu não ter usado preservativo nenhuma vez nos últimos 12 meses, sendo o principal motivo do não uso confiar no parceiro (73,4%). O uso dos serviços de saúde para obter preservativos foi de apenas 10,7%. Observou-se que mulheres, indivíduos com faixa etária maior, menor escolaridade e renda apresentaram piores resultados em relação aos indicadores analisados, além das disparidades regionais. Conclusão: Observou-se uma baixa prevalência do uso de preservativos na população brasileira, além de importantes disparidades socioeconômicas e demográficas, apontando a necessidade de revisitar, fortalecer e ampliar as políticas públicas no campo da saúde sexual e reprodutiva, com vistas à prevenção de comportamentos sexuais de risco e promoção abrangente do uso do preservativo, incluindo a dupla proteção.

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              Postado

              13/09/2021

              Cómo citar

              Comportamento sexual e uso de preservativos na população brasileira: análise da Pesquisa Nacional de Saúde, 2019. (2021). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1980-549720210018.supl.2

              Serie

              Ciencias de la Salud

              Plaudit