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INCIDÊNCIA DE TROMBOSE VENOSA PROFUNDA EM JOELHO FLUTUANTE

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  • Jonatas Brito de Alencar Neto Instituo Doutor José Frota
    • Rèjelos Chales Aguiar Lira Instituo Doutor José Frota
      • Rafael da Silva Cavalvante Instituo Doutor José Frota
        • Marcio Bezerra Gadelha Lopes Instituo Doutor José Frota
          • Clodoaldo José Duarte de Sousa Instituo Doutor José Frota
            • Diego Ariel de Lima Universidade Federal Rural do Semi-Árido https://orcid.org/0000-0002-5702-1529

              DOI:

              https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1523

              Keywords:

              trombose venosa, traumatismo de joelho, fraturas ósseas

              Resumen

              Objetivo: Relatar a incidência de trombose venosa profunda (TVP) em fratura ipsilateral de fêmur e tíbia (joelho flutuante), levando-se em conta sua relação com o tempo de internação, com a classificação da fratura, o tempo para fazer o procedimento cirúrgico, o tratamento implementado e com as comorbidades.

              Materiais e métodos: Realizado um estudo retrospectivo, observacional e analítico por meio da avaliação de prontuários de trinta pacientes admitidos com joelho flutuante em um hospital de trauma durante o período de outubro de 2016 a julho de 2017.

               Resultados: Dos 30 pacientes avaliados, foi observado que 25 (83%) dos pacientes eram do gênero masculino e 5 (17%) dos pacientes eram do gênero feminino. A faixa etária mais acometida foi entre 21 e 30 anos (36%). O acometimento do membro dominante ocorreu em 17 (57%) dos pacientes avaliados. Dezenove (63%) pacientes acometidos foram classificados como Fraser Tipo I. Dezoito (60%) pacientes tiveram fratura exposta, sendo 16 (53%) em tíbia e 8 (26%) em fêmur. O tratamento mais utilizado como urgência foi o de controle de danos com fixador externo em fêmur e tíbia (25 pacientes ou 83%). Sete pacientes utilizaram placa no fêmur e fixador externo na tíbia como tratamento definitivo. Dos 30 pacientes estudados, 14 (46%) tiveram complicações infecciosas, sendo 9 (30%) superficiais e 5 (16%) profundas. Observamos trombose venosa profunda em 17% dos pacientes (p=0,409). 

              Conclusão: Apesar do uso da profilaxia antitrombótica medicamentosa, houve uma grande incidência de TVP no membro acometido em pacientes com joelho flutuante na população estudada. As fraturas classificadas como Fraser I, pacientes do sexo masculino e o membro não dominante levaram ao aumento da probabilidade do surgimento de TVP.

              Nível de Evidência: Nível I

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              Postado

              02/12/2020

              Cómo citar

              INCIDÊNCIA DE TROMBOSE VENOSA PROFUNDA EM JOELHO FLUTUANTE. (2020). In SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.1523

              Serie

              Ciencias de la Salud

              Plaudit