Indicações de órteses de membros superiores em protocolos de bloqueio químico neuromuscular em pacientes com diagnóstico de paralisia cerebral espástica: uma revisão da literatura
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.12786Keywords:
Orteses, Bloqueio neuromuscular, Terapia Ocupacional, Terapia de mão, Reabilitação neurofuncionalResumen
Introdução: A paralisia cerebral é a causa mais comum de disfunções físicas na infância, gerando impactos tantos nos aspectos físicos, funcionais, emocionais, como financeiros e sociais. Gerando a necessidade de acompanhamento contínuo de saúde em serviços de reabilitação, educação, e suporte social. Método: Trata-se de uma revisão da literatura, com caráter descritivo, analítico e transversal. Foi realizado levantamento sistemático em bases de dados e periódicos nacionais e internacionais gerais e específicos de terapia ocupacional e terapia da mão. Resultados: Ao realizar um estudo acerca das práticas de bloqueios neuromusculares para tratamento da espasticidade no Brasil, apontam que dentre os grupos musculares mais frequentes, são encontrados: flexor e/ou extensor de punho, flexor e/ou extensor de cotovelo e flexores e/ou extensores de dedos, superados apenas por bloqueios do tríceps sural, adutores e isquiotibiais, nos apontando, assim, a relevância pela frequência de abordagem em membros superiores. Considerações Finais: foi perceptível o nível de evidência cientifica em eficácia na intervenção terapêutica ocupacional com esta população, suscitou a emergente necessidade de registro dos protocolos de terapia da mão, ortetização e treino de habilidades e componentes motores.
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