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Desigualdades de gênero na Engenharia: avanço ou estagnação na última década?

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  • Alice Cristina Figueiredo Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml https://orcid.org/0009-0008-5155-5627
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  • Maria Amália Almeida Cunha Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-0233-3883
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  • Cibele Noronha de Carvalho Universidade Federal de Minas Gerais image/svg+xml https://orcid.org/0000-0002-9987-7106
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DOI:

https://doi.org/10.1590/1982-57652026v31id297334

Palavras-chave:

educação superior, engenharia, relações de gênero

Resumo

Este artigo objetiva analisar tendências e mudanças quanto à representação feminina nos cursos de Engenharia, bem como o perfil social das e dos estudantes das universidades e institutos federais do Brasil, a partir dos microdados do Censo da Educação Superior com o recorte para a última década (2014-2023). Teoricamente, o trabalho se fundamenta nos estudos sobre estratificação horizontal da educação superior e das relações sociais de gênero, no âmbito da Sociologia da Educação. Utilizando estatística descritiva, a análise dos resultados reflete a tendência do ensino superior federal de crescimento modesto de ingressantes e diversificação de seu perfil social como consequência de políticas afirmativas. Quanto à representação feminina, observa-se um gradual aumento. No entanto, confirmando a literatura revisada, a maior representação feminina está nas novas habilitações, muitas delas relacionadas às ciências biológicas, como Engenharia Bioquímica, Biotecnologia, de Alimentos e Ambiental, áreas já consideradas femininas.

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Biografia do Autor

Alice Cristina Figueiredo, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutoranda pela Faculdade de Educação da UFMG, integrante do Grupo de Estudos sobre Educação Superior (GEES). Desenvolve pesquisa sobre a relação com o saber de mulheres estudantes de engenharia. 

Maria Amália Almeida Cunha, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutora   em   Educação   pela Universidade    Estadual    de    Campinas,    com    estágio realizado   na   Universidade   de   Paris X - Nanterre. Atualmente, é   Professora   Titular   na   Universidade   de Federal de Minas Gerais, onde atua no Programa de Pós-Graduação   em   Educação:   Conhecimento   e   Inclusão Social.    É    pesquisadora    associada    do    Observatório Sociológico   Família-Escola   (OSFE)   e   do   Núcleo   de Pesquisa em Desigualdades Escolares (NUPEDE) e bolsista de Produtividade em Pesquisa pelo CNPq.

Cibele Noronha de Carvalho, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutora pela Faculdade de Educação da UFMG, integrante do OSFE (Observatório Sociológico Família-Escola), pesquisa processos de socialização. 

Enviado

26/07/2026

Postado

27/07/2026

Como Citar

Desigualdades de gênero na Engenharia: avanço ou estagnação na última década?. (2026). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/1982-57652026v31id297334

Série

Ciências Humanas

Plaudit

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