OS COLETIVOS ARTÍSTICOS E A CIDADE: A POLITIZAÇÃO DA ARTE COMO ESTRATÉGIA DE AGÊNCIA SOCIAL NO RIO DE JANEIRO
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9841Palavras-chave:
Coletivos de arte, Politização da arte, Institucionalização, Desigualdade culturalResumo
A proposta apresentada realiza uma análise comparativa dos resultados de duas pesquisas empíricas que investigam as atividades de coletivos artísticos e culturais na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Considerando os eventos políticos e sociais, bem como as mudanças ocorridas no cenário artístico da cidade nas últimas décadas, a pesquisa destaca como as instituições de arte se tornaram parte integrante dessas transformações. Isso resulta em dinâmicas únicas que favorecem o surgimento e a expansão de ações coletivas em diferentes áreas da cidade. Embora as investigações indiquem que essa combinação de fatores teve um impacto abrangente em toda a cidade, as motivações para a formação de grupos artísticos coletivos variam significativamente entre as áreas centrais e periféricas. Além disso, a institucionalização ou não desses coletivos apresenta justificativas e contextos sociais distintos, refletindo as particularidades de cada local. Contudo, a politização da arte e a reivindicação do espaço urbano emergem como pontos comuns entre esses coletivos, evidenciando a intersecção entre arte e ativismo social.
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Copyright (c) 2024 Débora da Silva Suzano, Ana Carolina Accorsi Miranda

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
Números do Financiamento 1
Plaudit
Declaração de dados
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Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito


