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HEIDEGGER E A ESQUIZOFRENIA: O ESTADO DE PRIVAÇÃO DO DASEIN NOS SEMINÁRIOS DE ZOLLIKON

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DOI:

https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9206

Palavras-chave:

Esquizofrenia, Estado de privação, Dasein, Heidegger, Seminários de Zollikon

Resumo

O objetivo deste artigo é compreender a esquizofrenia através da interpretação fenomenológica de Martin Heidegger, examinando suas ideias apresentadas em "Ser e Tempo" e nas palestras que constituem os “Seminários de Zollikon”. Heidegger considerou a esquizofrenia não como uma simples anomalia fisiológica, mas como um estado de privação da abertura do Dasein ao estar-junto no mundo, o que resulta em uma pobreza de contato. O artigo analisa como essa privação modifica a capacidade do Dasein de tornar-presente, ou seja, de estabelecer relações significativas com o espaço e com o tempo, o que influencia a maneira como o indivíduo percebe e interage conceitualmente com o mundo e consigo mesmo. Em última instância, o artigo argumenta que, para Heidegger, é crucial analisar as psicopatologias fenomenologicamente, indo além das explicações fisiológicas e focando na experiência vivida e nas estruturas de significado que unem sujeito e objeto na cotidianidade.

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Biografia do Autor

Nathalia Claro Moreira, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Doutoranda em Filosofia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

 

Postado

24/06/2024

Como Citar

HEIDEGGER E A ESQUIZOFRENIA: O ESTADO DE PRIVAÇÃO DO DASEIN NOS SEMINÁRIOS DE ZOLLIKON. (2024). Em SciELO Preprints. https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9206

Série

Ciências Humanas

Plaudit

Declaração de dados

  • Os dados de pesquisa estão contidos no próprio manuscrito