DOI do preprint publicado https://doi.org/10.1590/interface.240338
POLÍTICA DE TARIFA ZERO E PROMOÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA: ITINERÁRIO E REFLEXÕES INICIAIS
DOI:
https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.9168Palavras-chave:
Atividade física, Meios de Transporte, Determinantes Sociais da Saúde, EquidadeResumo
Com objetivo de indicar interfaces entre a política de Tarifa Zero (TZ) e a promoção da atividade física (AF), a partir da visão ampliada de saúde, o texto contextualiza a política de TZ e da AF no Brasil, discutindo as circunstâncias das AF praticadas como deslocamento, que podem ser opcionais ou por necessidade. Ao reconhecer a preocupação de leitores de uma matéria jornalística sobre os impactos da TZ na diminuição da AF de deslocamento, com base no “paradoxo da AF”, são trazidas reflexões sobre suas associações à benefícios diretos e indiretos à saúde das pessoas, de modo que as políticas públicas possam priorizar, para além do tempo livre, as AF de deslocamentos que são opcionais, com segurança e infraestrutura adequada. Junto aos pontos de convergência, também são feitas ponderações à consolidação dessas interfaces, observando-se distintas barreiras contextuais. A TZ é uma política que, para além da garantia direta e indireta de direitos, também dialoga com a promoção da AF, a partir da visão ampliada de saúde. Na contramão do modelo hegemônico de financiamento do transporte público, que é excludente, entendemos que a TZ é uma conquista importante no âmbito da cidadania e não deve ser vista como "inimiga" da prática de AF.
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Copyright (c) 2024 Paulo Henrique Guerra, Fabio Fortunato Brasil de Carvalho, Ricardo Brandão de Oliveira, Heloant Abreu Silva de Souza, Mathias Roberto Loch

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